terça-feira, 14 de junho de 2011

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontade!

      A fomra com que amamos alguém, modifica-se com o tempo. Nunca é a mesma, e desde o ínicio de uma relação, mode mudar e se transformar em diversas coisas..
       Descobrimos, pouco a pouco, novas maneiras de nos expressarmos, novas maneiras de sentir, novas maneiras de gostar. No inicio de um relacionamento, a entrega nõa é total, é sempre permeada por pessoas do passado, por acontecimentos do dia, por palvras roubadas, por novos amizades, pelos amigos antigos..
Mas quando o relacionamento adquire maturidade, ele sobrevive  e se perpetua de uma forma que faz com que outro precise do outro  de tal forma, que fcaria impossível se imaginar em uma nova realidade sem você!
      tudo é um misto de preciso de você!
      Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”, já dizia Camões. O tempo pode nos fazer mudar de sonhos, modificar sentimentos e mostrar certas verdades. Podemos mudar de planos, em um piscar de olhos e gostar daquilo que o outro gosta, de forma a se encantar por aquilo!
     Só o tempo de convivencia é capaz de mostrar se  a decisão tomada é  coerente.
     Quando é que comecamos a amar? Não sei. Mas sei que quando fico por muito tempo com alguém,  ele é sempre importante o suficiente para entrar em minha vida e me escolher para  me chamar de sua.
     O que  se aprende com isso? Que o amor é algo a ser reformulado todos os dias, que o comodismo mata qualquer relação, que a intolerância cansa, que a falta de pedido de desculpas torna o amor não humilde e que  afinidade em alguns momentos é essencial. Mas, o amor mesmo, eu ainda não entendi.
Entendi apenas, como ele funciona, como se transforma, e como muda com o tempo.
    Amor deriva de nossa admiração,seja pelo outro, seja pelo que não encontramos em nós mesmos..
Por isso que passamos a amar diferente a cada dia, por que passamos a observar,a cada dia, algo diferente no outro, aquilo que nos falta, aquilo que queremos conquistar, os sonhos que o outro nos transfere, as vontades que nos desperta e a beleza que enxergamos por entre nossos olhos! Amor é resultado de admiração pelo outro!



“As almas são incomunicáveis.
Deixe o teu corpo entender-se com outro corpo,
porque os corpos se entendem, mas as almas, não”
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– Manuel Bandeira

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Ah, como assim!

Se fizessemos uma lista das 5 coisas que não conseguimos entender, Relacionamento com certeza, estaria na lista de muita gente! rs
Isso por que relacinamnetos não são estáveis, nem compreensíveis. Tudo por que nós não somos estáveis e muito menos compreensíveis! Um dia queremos uma coisa, outro dia queremos outra e tentar comparar as vontades dos homens com as das mulheres então, é tender ao fracasso!
Temos que ter sensibilidade o bastente pra se desculpar quando erramos e elogiar o parceiro quando este lhe fez algo agradável! (Reforço, rss).
Como gostar de alguém, sem ter a sensação de posse, Como ser fiel todo momentos, Como ser sensível as dores do outro? Como saber lidar com probelmas?
E assim como tudo na vida, o namoro tambem tem pontos negativos e positivos e cabe ao casal explorar para que os pontos negativos se tornem positivos e que até uma briga ou desentendimento, se tornem motivo de risada e virem uma grande piada!
Muita gente tem uma idéia negativista em relação ao amor, por isso, fracassaram em relacionamentos anteriores e vão continuar fracassando a vida toda, por que esperam dos outros espectativas irreais e querem a todo custo, tentar de novo, e mil vezes até dar certo. Até que chega um ponto em que desitem de tentar, mas nunca ficam sozinhos. A gente precisa de gente! Niguem consegue viver sozinho.
 E a sinceridade no relacionamento,meus amigos,  como vocês sabem, às vezes pode ser cruel demais, mas é sempre a melhor opção!
Somos então  escravos de nossas paixões e buscamos  nos outros aquilo que falta em nós mesmo!
Será que há amor verdadeiro? Ou apenas uma projeção de expectativas sobre o outro que jamais será suprida?
Será que posso exigir do outro aquilo que nem mesmo eu faço?
Quantas dúvidas pode passar na cabeça de alguém solteiro, casado, que namora!
A dúvida maior, ele deve ser igual a mim? ou diferente? Ter muito ciumes, ou nõa ter? Como saber?
Ciume é visto por muitos como inseguurança, falta de auto-estima, mas na minha opinião,  ter ciumes é como segurar um vidro muito frágil consigo e querer protejer a todo custo aquele vidro que lhe dá tanta satisfação!  Ter alguém tão especial perto de sí, é isso,  é  saber que a perda daquilo vai lhe deixar sem ar.Então, falta de ciumes é um sintoma, Sintoma de que não há mais amor alí, Apenas convivência.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Segundo a tradição judaica, 40 dias antes de um menino nascer, uma voz celestial grita o nome da pessoa com quem ele se casará!

No caso, o nome "Sarah" foi gritado para Albert em algum momento de 1917. A união dos dois foi longa, amorosa e resistente.

Eles se conheceram numa entrevista de emprego em Brighton Beach - ele era diretor de uma escola e ela procurava emprego Ijcomo professora de inglês. Os dois discordaram em várias ques¬tões, e ela foi embora pensando "Lá se vai o emprego". Mas ele a I contratou e admirou. E meses depois, chamou-a à sua sala.

 Você está tendo algum relacionamento amoroso? - perguntou.
- Não — ela respondeu.
- Bom. Por favor, continue assim. Porque pretendo pedi-la m casamento.

Sarah conteve uma risada.
- Mais alguma coisa? - perguntou.
- Não.
- Certo - disse ela, e saiu
 
 
 
Ele demorou meses para ir em frente, dominado pela timidez, mas acabou indo, e os dois namoraram. Ele levou-a a um restaurante. Levou-a a Coney Island. Na primei-vez em que tentou beijá-la, ficou com soluços.

Dois anos depois, estavam casados.
Em mais de seis décadas juntos, Albert e Sarah Lewis criaram quatro filhos, enterraram uma filha, dançaram no casamento dos filhos, compareceram ao enterro dos pais, deram as boas-vindas a sete netos, viveram em apenas três casas e jamais pararam de apoiar, debater, amar e tratar com carinho um ao outro. Podiam discutir, e até se distanciarem um pouco, mas os filhos os viam à noite, através da porta, sentados à beira da cama, de mãos dadas.

Eles realmente formavam uma equipe. Do púlpito, o Rebbe a provocava dizendo
 
 Desculpe, minha jovem, poderia nos dizer seu nome?

Ela contra-atacava dirigindo-se às pessoas:
- Passei 30 anos maravilhosos com meu marido, e nunca me esqueci do dia em que nos casamos, 3 de novembro de 1944.
- Espere... - dizia alguém, fazendo as contas - Isso foi há mais de 30 anos.
— Sim — dizia ela. — Mas na segunda-feira você tem 20 mi¬nutos fantásticos, na terça tem uma hora ótima. Se somar tudo, vão ser 30 anos maravilhosos.

Todo mundo ria, e o marido se iluminava. Numa lista de sugestões para jovens clérigos, uma vez o Rebbe escrevera: "Encontre uma boa parceira."

Ele tinha encontrado a sua