''Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania, depende
de quando e como você me vê passar. Não me dêem fórmulas certas, porque eu não
espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim, porque vou seguir
meu coração. Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, por
que sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade. Não sei viver de
mentira. Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesmo, mas com certeza não
serei a mesmo pra sempre"
This a web blog to speak about love and feelings.. If you like to talk about love and relationships, feel free to read!
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Pensamentos soltos...
É curioso como não sei dizer
nada a respeito disso, já parei, já pensei e só o que consigo dizer é: tudo bem, vou poder ir, estou bem, estou bem comigo mesma, não me resta mais preocupações.
Quer dizer, sei-o bem, mas não sei como dizer. Tudo o que digo parece que falta. Tudo o que digo, parece que não completa. Sobretudo
tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o
que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo. Isso me deixa um pouco aliviada, pois estou forte, estou madura, estou segura de mim mesma e dos meus sentimentos. Só me resta um porém: E durante? Durante como vou me sentir? como vou estar?
Bom, mulher tem mesmo dessas coisas de ir até o fim,
esgotar todas as possibilidades, pagar pra ver o que acontece e isso gera um friozinho na barriga incalculável.
A gente paga mesmo pra ver. Paga
caro, com juros e até parcelado. Mas não tem preço sair de cabeça
erguida, sem culpa, sem "E se eu fosse?''. Pronto, a gente vai! vai e enquanto não for, ficaremos com essa pulga por detrás da orelha incomodando.
Temos que enxergar que a gente completa o percurso e às vezes
fica até andando em círculos, mas quando
a gente muda de caminho, é fim de jogo pra você que foi do passado. Hoje as novas cartas são dadas e os novos jogadores estão na mesa. As vezes que saiu, não pode mais entrar. As vezes, quem saiu, só se pagar vai poder entrar. Vai pagar o preço de renovar o passado.
Enquanto isso, a
gente enche o saco de sí mesma com ciúmes e saudades bobas.
Porque no dia que a gente aceitar tranquilamente te dividir com o
mundo, a gente não ficou mais compreensiva, a gente parou de se
importar, e dai já era.
Quem ama, cuida! E a gente cuida até demais, mas dar
sem receber é caridade, não carinho! E estamos numa relação, não numa
sessão espírita.
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