Descobrimos, pouco a pouco, novas maneiras de nos expressarmos, novas maneiras de sentir, novas maneiras de gostar. No inicio de um relacionamento, a entrega nõa é total, é sempre permeada por pessoas do passado, por acontecimentos do dia, por palvras roubadas, por novos amizades, pelos amigos antigos..
Mas quando o relacionamento adquire maturidade, ele sobrevive e se perpetua de uma forma que faz com que outro precise do outro de tal forma, que fcaria impossível se imaginar em uma nova realidade sem você!
tudo é um misto de preciso de você!
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”, já dizia Camões. O tempo pode nos fazer mudar de sonhos, modificar sentimentos e mostrar certas verdades. Podemos mudar de planos, em um piscar de olhos e gostar daquilo que o outro gosta, de forma a se encantar por aquilo!
Só o tempo de convivencia é capaz de mostrar se a decisão tomada é coerente.
Quando é que comecamos a amar? Não sei. Mas sei que quando fico por muito tempo com alguém, ele é sempre importante o suficiente para entrar em minha vida e me escolher para me chamar de sua.
O que se aprende com isso? Que o amor é algo a ser reformulado todos os dias, que o comodismo mata qualquer relação, que a intolerância cansa, que a falta de pedido de desculpas torna o amor não humilde e que afinidade em alguns momentos é essencial. Mas, o amor mesmo, eu ainda não entendi.
Entendi apenas, como ele funciona, como se transforma, e como muda com o tempo.
Amor deriva de nossa admiração,seja pelo outro, seja pelo que não encontramos em nós mesmos..
Por isso que passamos a amar diferente a cada dia, por que passamos a observar,a cada dia, algo diferente no outro, aquilo que nos falta, aquilo que queremos conquistar, os sonhos que o outro nos transfere, as vontades que nos desperta e a beleza que enxergamos por entre nossos olhos! Amor é resultado de admiração pelo outro!
“As almas são incomunicáveis.
Deixe o teu corpo entender-se com outro corpo,
porque os corpos se entendem, mas as almas, não”.
– Manuel Bandeira
Deixe o teu corpo entender-se com outro corpo,
porque os corpos se entendem, mas as almas, não”.
– Manuel Bandeira
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