terça-feira, 3 de setembro de 2013

Escolhas:

E você? O que faria se tivesse que optar pelo amor ou pela individualidade, qual dos dois você escolheria?
Imagine-se tendo um relacionamento perfeito, dos sonhos! Ter como namorado um garoto com qual você sempre quis estar perto! Ele é romântico, lindo, bom de cama, sensível, estudioso, baladeiro, bem de vida, e mais importante disso tudo: ele te ama, fará e faz tudo por você!
Agora imagine o outro lado, ser livre, encontrar milhões de caras para sair, conhecer e reeencontrar pessoas das quais você nem teve a chance de conhecer, ou melhor, aqueles nos quais você teve apenas algumas poucas chances e não deu tempo de aproveitar! Imagine quantas coisas boas poderiam surgir? Inimaginável se quer imaginar! Viver então, está algo pra lá de distante!
Por qual lado optar? Por qual saída sair? Por qual lacuna decidir deixar aberto a ferida que menos vai doer no futuro?
Será que um amor interrompido em seu auge permanecerá mesmo bonito para sempre? Depende de como a gente quer guardar. Depende de como a gente quer seguir.
Acho que o amor é feito de falta, de incompletude. Então tá bom, vamos adorar mais a falta do que o próprio amor, seria mesmo isso amor? Ou seria falta de amor?
Acho também que o amor é feito de pensamento. Imagine-o lindo, feliz e bom de cama que ele o será!
Amor é feito do hoje, mas sobrevive se não é imaginado o amanhã.
Sei lá, desde pequenos aprendemos que fazer uma opção, estamos automaticamente, descartando outras. E de opção em opção, de descartes e descartes, a vida vai tecendo.
Todas as opção tem lá seus prós e seus contras: viver com laços ou viver sem laço? escolher beber até cair ou virar vegetariano e budista? Escolher levar uma vida de trabalho árduo, ou ser carpinteiro no sul da índia? Escolher ser agente de viagens ou criar raízes? Não é fácil escolher, mas há um preço a se pagar por todas as opções.
Quem dera se pudéssemos ser alguém diferente de 1 em 1 ano, ser casado na segunda e solteiro aos finais de semana. Escolher trabalhar na terça-feira e viajar o restante da semana para uma ilha paradisíaca qualquer, ter filhos quando se está bem vida e escolher não tê-los quando se está cansado.
A única coisa concreta disso tudo é que nossas escolhas refletem aquilo que agente é. Escolher ser sempre o mesmo está fora de moda, tomar decisões e mudar de caminho, é caminho da vida, sempre.
Então só nos resta rogar aos deuses que façam das nossas mudanças e dos nossos caminhos rotas que acrescentem, que não venham para anular vivências anteriores, mas que acrescentem maturidade, vitalidade e o mais importante: que possamos arcar com as consequências das nossa ações.
A escolha é sempre sua!